Caro aspirante a licenciatura,
Li as tuas teses e opiniões e agrada-me que tenhas no mínimo dos mínimos a sensação de que existem de facto diversas formas de ver e pensar a situação descrita nos posts anteriores.
Não posso no entanto deixar de te corrigir numa pequena situação. Passo a explicar; ao contrario do que dizes nós não começamos jogo nenhum com postura ultra defensiva (táctica do mexilhão, tartaruga, autocarro etc), excepto no jogo em que tínhamos menos 1 elemento (aí viram-se os resultados). A pressão a todo o comprimento do campo obriga a que se jogue muito na antecipação e/ou no impedimento de obtenção de linhas de passe para que os adversários não recebam a bola em condições jogáveis! Nunca acontece por diversos motivos que aqui não vou enumerar. Defender a meio campo é tb perigoso na medida em que damos as costas ao adversário obrigando a que o GR jogue como se fosse um defesa, já para não mencionar que basta que 1 falhe a sua marcação para dar cabo de toda a teoria.
Posto isto, continuo com a convicção de que o autocarro servirá sempre os nossos propósitos!
Até provas em contrario.
Cpts
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1 comentário:
Sem a menore dúvida que concordo contigo:
"...excepto no jogo em que tínhamos menos 1 elemento.."
de tudo o resto discordo.
Queres provas, temos só resultados negativos tirando o empate e a vitória, fruto do grande esquema táctico do autocarro, nome esse bem aplicado porque nos autocarros entra tudo e mais alguma coisa.
Bom vou continuar a jogar como entenderem ( que outra escolha tenho?!) e espero eu estar enganado.
Abraço []
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